Relato
isso mais por desabafo, pois não costumo divulgar coisas tristes,
situações constrangedoras, talvez por isso meu trabalho não
aparece toda hora nas redes sociais, sou contra usar imagens dos
nossos protegidos, e falar de suas vulnerabilidades. TODOS os colegas
Conselheiros Tutelares sentam no chão e fazem tudo que estiver ao
seu alcance para estabelecer um vínculo de confiança com as
crianças que estamos atendendo. TODOS os Conselheiros Tutelares
andam no barro e no esgoto a céu aberto. TODOS os Conselheiros
Tutelares enfrentam pais bravos, drogados e enfurecidos. TODOS os
Conselheiros Tutelares brigam para que a rede de atendimento
funcione, para que as crianças tenham vagas em creches e escolas,
que tenham um atendimento médico de qualidade, sem esperar horas por
uma consulta. TODOS os Conselheiros Tutelares defendem a criação
de mais leitos de UTI Neonatal, para que nunca mais morra uma criança
sem atendimento. Enfim TODOS os Conselheiros Tutelares trabalham
arduamente e na defesa dos direitos das crianças e adolescentes,
norteados pela Lei 8069/90. Quando falo TODOS os Conselheiros
Tutelares, estou referindo-me aos que querem TRABALHAR mesmo, não
aqueles que apenas fazem pose para fotos, ou que fazem de conta que
cobram, mas na verdade estão apenas pensando em promoção pessoal.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Não desvie o olhar. Fique atento. Denuncie.
Não desvie o olhar. Fique atento. Denuncie.
PROTEJA NOSSAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES
Todos os anos, o Governo Federal, por meio da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República – SDH/PR, realiza a Campanha Nacional de Carnaval pelo Fim da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, como forma de conscientizar a sociedade sobre a incidência dessa prática em todo o país.
Neste ano, em virtude da necessidade de uma estratégia mais abrangente de comunicação para a proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes, a mobilização de carnaval segue a linha da Campanha Nacional pelos Direitos da Criança e do Adolescente, que a partir de agora e ao longo dos próximos meses, abordará diversos temas relativos aos direitos fundamentais de meninas e meninos, focando na necessidade de proteção, uma prioridade absoluta e compartilhada entre a família, o Estado e a sociedade, conforme determina a Constituição Federal de 1988.
Faça a sua parte. Fique atento aos direitos das nossas crianças e adolescentes e, em caso de violações, não desvie o olhar. Fique atento. Denuncie. PROTEJA. Divulgue esta campanha, procure o Conselho Tutelar ou Disque 100. Proteger nossas meninas e meninos de todas as formas de violência é uma responsabilidade de todos!
Campanha da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República – SDH/PR no site: portal.sdh.gov.br
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Nota de esclarecimento
A ACONTURS Associação dos conselheiros e ex-conselheiros do Rio Grande do sul, esclarece que Emerson Eich, ex-conselheiro tutelar da cidade de Bagé, foi coordenador da Regional Sul da ACONTURS e vice-presidente na Gestão 2008 / 2010, e não como esta sendo divulgado pela imprensa nos últimos dias.
Estamos atentos aos fatos noticiados, na esperança que isso tudo seja um equívoco. Mas na certeza que todos os fatos serão esclarecidos e que a punição seja severa ao culpado pelo fato ocorrido, que abala todos nós cidadãos e em especial aos conselheiros tutelares de todo o Brasil, que estamos sempre na luta pela garantia da proteção integral de nossas crianças e adolescentes.
E referente à matéria vinculada no telejornal da RBS, onde fala da pouca exigência de qualificação para a função de Conselheiro Tutelar, que apenas é exigido o ensino médio, ser maior de 21 anos e idoneidade moral, não é verdade. Na grande maioria dos municípios, existem inúmeras exigências como avaliação psicológica, capacitação, experiência na área, etc.
Não podemos deixar um fato grave mas isolado atingir a honra e colocar em questão a capacitação dos conselheiros tutelares do Rio Grande do Sul e dos demais Estados.
A ACONTURS, juntamente com vários outros órgãos, como a SJDH/RS, CEDICA, Escola de Conselhos do RS, SDH/PR, Conselhos Municipais, e demais entidades trabalha na qualificação e formação de seus conselheiros.
Desde já agradeço a solidariedade de todos os colegas que no dia de ontem após a divulgação da matéria foram solidários em reparar alguns equívocos.
A ACONTURS continuara na luta e no apoio aos seus associados.
Segue link da materia vinculada na RBS TV.
Rodrigo Farias dos Reis
Presidente ACONTURS
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Falta de UTI para seu filho, saiba como proceder.
Nossos
filhos são vulneráveis a doenças, principalmente quando são
bebês, portanto os pais devem estar preparados para saber como proceder, evitando perder minutos preciosos que podem fazer a diferença.
Baseada nisso preparei algumas dicas para orientar os pais nas horas
difíceis.
Quando menos esperamos nosso filho(a) fica doente e pode
necessitar de atendimento médico, internação hospitalar ou até
mesmo uma UTI Neonatal ou Pediátrica.
Nem todos os hospitais possuem
UTI Neonatal ou Pediátrica, e nem sempre existem leitos disponíveis
no SUS, e quando isso acontece é fundamental os pais estarem cientes
dos direitos desta criança conforme Lei Federal nº. 8069/90:
"Art.
11. É assegurado atendimento integral à saúde da criança e do
adolescente, por intermédio do Sistema Único de Saúde, garantido o
acesso universal e igualitário às ações e serviços para
promoção, proteção e recuperação da saúde.”
Quando for indicada a internação em uma UTI e o hospital não dispor
deste serviço, o médico deverá imediatamente fazer o
cadastro da criança na Central de Regulação de Leitos de UTI do
Estado do RS, e em caso de negativa de vaga, o hospital ou pais devem
comunicar ao Conselho Tutelar que irá orientar aos responsáveis como entrar
com ação judicial de compra de leito para a criança. Para agilizar os procedimentos com a finalidade de
ajuizar uma ação de compra de leitos, é necessário ter em mãos
cópias dos seguintes documentos:
- Certidão de nascimento ou CNV - comprovante de nascido vivo (para recém-nascidos fornecido pelo hospital- Ala neonatal)
- Identidade do pai ou mãe
- Comprovante de residência.
- ATESTADO DO MÉDICO, constando enfermidade, urgência e necessidades da criança (UTI, transporte, etc...)
PROCURE
O CONSELHO TUTELAR DE SUA CIDADE
O
Conselheiro Tutelar saberá o que fazer e orientará aos
responsáveis, pois no caso da falta de leitos do SUS, fica o
município obrigado a pagar por esse atendimento, mediante ação
judicial deferida pelo juiz. Fica a cargo do Juiz, Defensoria Pública
ou Promotor de Justiça a exigência dos documentos necessários, no
município de Gravataí/RS a lista acima é suficiente para esta
ação, que pode ser diferente em outras localidades.
IMPORTANTE
Mantenha
contato com o médico sobre os procedimentos e estado de saúde de
seu filho.
Permanecer
junto ao filho internado também esta garantido no Estatuto da
Criança e do Adolescente:
“Art.
12. Os estabelecimentos de atendimento à saúde deverão
proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um
dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou
adolescente.”
domingo, 19 de agosto de 2012
Bullying e Ciberbullying
“Bullying” é o termo que significa humilhar, constranger, ofender, perseguir e difamar. Esse desvio de comportamento parte de um agressor que faz com que o seu alvo receba abusos morais ou físicos.
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| Desenho de Tânia Ruosas |
O caso se torna mais grave quando a vítima se afasta do convívio social, cria desinteresse aos estudos e ao trabalho e é abalada profundamente em sua auto-estima, devido aos insultos pejorativos que recebe.
Com os avanços da tecnologia, esse constrangimento partiu para internet e ganhou força. A nova prática recebeu o nome de “Cyberbullying” e se infiltrou em correios eletrônicos, blogs, Orkut, MSN , Facebook e outros.
O agressor nesse caso, muitas vezes escondido atrás de um apelido, dissemina sua raiva e felicidade enviando mensagens ofensivas a outras pessoas. Em muitos casos, ele exibe fotos comprometedoras, altera o perfil das vítimas e incita terceiros a reforçar o ataque. O único propósito é a humilhação da vítima e isolamento daquele que é considerado mais fraco ou diferente.
Psicólogos explicam que o agressor precisa derrubar alguém para se sentir forte, ser mais popular no grupo, obter o lugar da vítima no trabalho e esconder suas próprias fraquezas através de seus ataques.
O agressor quer que o seu alvo se sinta infeliz como na verdade ele é. É provável que o agressor também tenha sido humilhado um dia, descarregando no mais frágil a sua própria frustração e impotência.
O mais grave dessa situação é a vítima, que na maior parte das vezes, não sabe como reagir. As conseqüências são isolamento, sofrimento solitário sem qualquer busca de ajuda.
domingo, 29 de julho de 2012
Formação da Guarda Municipal de Gravataí
Com temáticas como ética, cidadania e direitos humanos, focados em segurança pública, a Guarda Municipal realiza, desde maio, Curso de Requalificação Anual. Dando continuidade à formação, a Coordenadoria de Ensino da Guarda Municipal começou, nessa semana, a requalificação da quarta turma de oficiais. A meta da Coordenadoria é a requalificação de 189 servidores até o mês de setembro deste ano. Os guardas estão sendo divididos em turmas de 18 alunos, para que sua participação na formação não influencie nas atividades ostensivas de segurança no município. Dentro do tema de direitos humanos, fui convidada a falar sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e do dia a dia como Conselheira Tutelar, trocando informações e experiência com o trabalho da Guarda Municipal, ao qual considero uma parceira para execução das atribuições do Conselho Tutelar. Todos estavam interessados e a aula foi ótima, ao final tive a sensação de dever cumprido.
sábado, 14 de julho de 2012
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